terça-feira, 5 de maio de 2009

TORÇÃO GÁSTRICA



TORÇÃO GÁSTRICA
Mal caracterizado pela rotação do estômago dentro do corpo do animal, impedindo a circulação do sangue e podendo levar a morte rápida do animal se este nao for atendido rápidamente. Este roblema atinge algumas raças com maior freqüência que outras, mas não é impossível de ser diagnósticado em cães sem raça. A torção gástrica se dá quando os cães, após refeições muito abundantes ou rica em alimentos fermentáveis e de difícil digestão realizam movimentos bruscos como correr e pular, o estômago muito cheio (possivelmente com gás oriundo da fermentação da comida) pode girar sobre seu eixo e se torcer, impedindo assim a circulação. Este é um problema extremamente grave e que se não for tratado cirurgicamente, rapidamente leva o cão à morte.A torção gástrica se manifesta especialmente em raças de porte grande e gigante (quanto maior o cão, maior o risco). A melhor maneira de evitar a torção é impedir sempre o cachorro de “encher demais a barriga”, principalemte com alimentos que ele não digere bem. Oferecer uma alimentação adequada é muito imotante ara ajudar a evitar a torção gástrica. Dar sempre alimentos de fácil digestão ao cão, dividir sua porção diária de alimento em pelo menos duas refeições (para evitar que ele coma muito de umavez só ), permitir que o cão descanse após as refeições, com tempo para digerir os alimentos sem fazer movimentos muito bruscos. É aconselhável não estimular o cão a se exercitar logo depois de comer, espere elo menos 1 hora antes de chamá-lo para brincar.
Em cães de raças muito altas deve-se evitar colocar o prato de comida na altura do chão fazendo com que o cão se esforce muito para comer, isso faz com que o animal engula ar enquanto come, deixando seu estômago fique mais cheio e com gazes, favorecendo a torção gástrica. O prato de comida deve ser colocado sobre algum tipo de suporte ficando numa altura mais adequada para que o cão se alimente de pé.
Embora possa acometer qualquer cão de grande porte ( e as vezes alguns cães nem têm grandes), a torção é mais freqüente em cães de tórax profundo e estreito e com idade mais avançada (principalmente acima dos 7 anos). Embora esse mal seja mais relacionado ao ambiente e aos cuidados que o cão recebe é possível que cães com histórico familiar de torção gástrica sejam mais suscetíveis a ele.
Quando ocorre a torção gástrica os primeiros sintomas são inquietação, produção de baba e mal estar, em seguida o cão tenta vomitar mas não consegue (quando o estômago está torcido, ambos seus orifícios, piloro e cárdia, estão fechados o que impede a saída do alimento tanto como vômito e como fezes), suas mucosas começam a ficar pálidas e ele começa a ter dificuldades para respirar (devido a compressão da caixa toráxica), o abdômen começa a inchar e o cão pode perder a consciência. O socorro imediato é a única chance do cão nestes casos, algumas vezes o proprietário espera acreditando que o problema vai passar o que pode levar o cão a morte. O tratamento será cirúrgico. Além dos sintomas citados ocorre a queda da pressão arterial, deslocamento do baço e arritmia cardíaca.
Embora seja um mal que acomete principalmente cães grandes, algumas raças não tão grandes podem apresentar o problema. A Purina realizou um “estudo epidemiológico de torção de estômago em cães” e determinou as 10 raças que mais apresentam a torção gástrica, são elas:


1- Dogue Alemão
2- São Bernardo
3- WEIMARAMER
4- Setter Irlandês
5- Gordon Setter
6- Poodle standard
7- Basset Hound
8- Doberman
9- Old English Sheepdog
10- Braco Alemão de pelo curto
foto de uma cirguria feita no HV-Ulbra.

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